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Folha Dominical 29 de Mar;o de 2020 (2/2)
https://www.paroquia-antas.pt/  Oração de Consagração da Igreja em Portugal e Espanha
ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
Filho amado e rosto da misericórdia do Pai,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
olha para o teu lado aberto, sua fonte de salvação, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
assiste a tua Igreja,
inspira os governantes das nações,
ouve os pobres e os aflitos,
exalta os humildes e os oprimidos,
cura os doentes e os pecadores,
levanta os abatidos e os desanimados,
liberta os cativos e os prisioneiros
e livra-nos da pandemia que nos atinge. Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
elevado no alto da Cruz
e tocado pelos dedos do discípulo no íntimo do cenáculo,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
contempla-Te como imagem do abraço do Pai à humanidade,
esse abraço que, no Espírito do Amor,
queremos dar uns aos outros
segundo o teu mandato no lava-pés, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
ampara as crianças, os anciãos e os mais vulneráveis,
conforta os médicos, os enfermeiros, os profissionais de saúde
e os voluntários cuidadores,
fortalece as famílias e reforça-nos na cidadania e na solidariedade,
sê a luz dos moribundos,
acolhe no teu reino os defuntos,
afasta de nós todo o mal
e livra-nos da pandemia que nos atinge. Coração de Jesus Cristo, médico das almas
e Filho da Virgem Santa Maria,
pelo Coração de tua Mãe,
a quem se entrega a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que, desde há séculos, suas são,
e em tantos outros países,
aceita a consagração da tua Igreja.
Ao consagrar-se ao teu Sagrado Coração,
entrega-se a Igreja à guarda do Coração Imaculado de Maria,
configurado pela luz da tua Páscoa e aqui revelado a três crianças
como refúgio e caminho que ao teu coração conduz.
Seja a Virgem Santa Maria, a Senhora do Rosário de Fátima,
a Saúde dos Enfermos e o Refúgio dos Teus discípulos gerados
junto à Cruz do teu amor.
Seja o Imaculado Coração de Maria,
a quem nos entregamos, connosco a dizer:
— nesta singular hora de sofrimento,
acolhe os que perecem,
dá alento aos que a Ti se consagram
e renova o universo e a humanidade. Ámen.
Folha Dominical  29 de Mar;o de 2020  (2/2)https://www.paroquia-antas
Folha Dominical 29 de Mar;o de 2020
https://www.paroquia-antas.pt/  ORAÇÃO EM FAMÍLIA NO 5º. DOMINGO DA QUARESMA - REVIVER Caros Paroquianos,   Como não temos possibilidades de participar na Eucaristia dominical, venho propor uma oração a ser rezada em família. Este é um tempo onde a família deve estar mais unida. Que esta oração contribua para uma maior comunhão na família e ainda como família caminhar nesta Quaresma para a celebração Pascal.
Reunidos numa sala ou à mesa, se possível com uma vela acesa e um crucifixo, podem seguir o seguinte esquema: 1. Benzer-se, 2. fazer silêncio, 3. fazer a leitura:  3. EVANGELHO Jo 11, 3-7.17.20-27.33b-45 Naquele tempo, as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: «Senhor, o teu amigo está doente». Ouvindo isto, Jesus disse: «Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho do homem». Jesus era amigo de Marta, de sua irmã e de Lázaro. Entretanto, depois de ouvir dizer que ele estava doente, ficou ainda dois dias no local onde Se encontrava. Depois disse aos discípulos: «Vamos de novo para a Judeia». Ao chegar lá, Jesus encontrou o amigo sepultado havia quatro dias. Quando ouviu dizer que Jesus estava a chegar, Marta saiu ao seu encontro, enquanto Maria ficou sentada em casa. Marta disse a Jesus: «Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, tudo o que pedires a Deus, Deus To concederá». Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará». Marta respondeu: «Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição do último dia». Disse-lhe Jesus: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; e todo aquele que vive e acredita em Mim, nunca morrerá. Acreditas nisto?». Disse-Lhe Marta: «Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo». Jesus comoveu-Se profundamente e perturbou-Se. Depois perguntou: «Onde o pu­sestes?». Responderam-Lhe: «Vem ver, Senhor». E Jesus chorou. Diziam então os judeus: «Vede como era seu amigo». Mas alguns deles observaram: «Então Ele, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito que este homem não morresse?». Entretanto, Jesus, intimamente comovido, chegou ao túmulo. Era uma gruta, com uma pedra posta à entrada. Disse Jesus: «Tirai a pedra». Respondeu Marta, irmã do morto: «Já cheira mal, Senhor, pois morreu há quatro dias». Disse Jesus: «Eu não te disse que, se acreditasses, verias a glória de Deus?». Tiraram então a pedra. Jesus, levantando os olhos ao Céu, disse: «Pai, dou-Te graças por Me teres ouvido. Eu bem sei que sempre Me ouves, mas falei assim por causa da multidão que nos cerca, para acreditarem que Tu Me enviaste». Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, sai para fora». O morto saiu, de mãos e pés enfaixados com ligaduras e o rosto envolvido num sudário. Disse-lhes Jesus: «Desligai-o e deixai-o ir». Então muitos judeus, que tinham ido visitar Maria, ao verem o que Jesus fizera, acreditaram n’Ele. 4. MEDITAÇÃO
Betânia é o símbolo da amizade. Nessa povoação, uma das últimas antes de entrar em Jerusalém, Jesus tinha aqueles três amigos, os irmãos Lázaro, Marta e Maria. Sabemos que passou por lá várias vezes e que gozava da hospitalidade daquela amizade fiel. E os amigos são-no para todas as horas: para os momentos luminosos de encontro, em que tudo é solar e festivo; e para as horas noturnas, férreas, dolorosas. Não admira que tivessem mandado dizer a Jesus: “Senhor, eis que está enfermo aquele que Tu amas”. Jesus não podia faltar. Nem podiam faltar as suas lágrimas perante Lázaro morto. Porém, Jesus vai mais longe: aproveita esse contexto da amizade para realizar um sinal poderoso, capaz de manifestar a glória de Deus.  5. ORAÇÃO
Senhor, sabemos que nos amais perdidamente e por nós velais com solicitude maternal. Nas horas difíceis, sentimo-Vos à cabeceira da nossa dor e dos nossos cansaços. Não permitais que façamos da morte um desenlace fatal, porque ela é apenas um hiato breve entre duas formas de viver a vida, uma madrugada radiosa, mais do que um pôr-do-sol. Ajudai-nos a libertar-nos das faixas e ligaduras que nos prendem às coisas, a fim de aparecermos perante os demais como gostaríamos e como nos criastes. ‘Que a morte nos apanhe vivos’, e descubramos, neste período intermédio, que a felicidade não se improvisa nem se adquire à última hora. Só nos acompanhará o melhor de nós mesmos. Tudo o mais é ‘tara perdida’.
(Cardeal D. José Tolentino Mendonça)
6. PAI NOSSO ***************************************************************
INFORMAÇÕES PARA A COMUNIDADE PAROQUIAL
(de 29 mar. a 4 abr. 2020)  EUCARISTIAS DIÁRIAS– O Pároco celebrará em cada dia a Eucaristia sem a presença da assembleia.Nessa celebração assumirá, não só as intenções já marcadas, como as que venham a ser marcadas, pelo que podem continuar a proceder à marcação de intenções junto da secretaria paroquial, por telefone ou email.  HORÁRIO DA IGREJA –Com um horário mais restrito, a Igreja manter-se-á aberta, de segunda a domingo,das 10h00 às 12h00.  SECRETARIA PAROQUIAL – Estará aberta de segunda a sábado (exceto em dias feriados) das 10h30 às 12h00. ****************************************************
Atendimento Pastoral | Secretaria Paroquial
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Deve privilegiar-se o atendimento através do telefone: 225021006
e-mail : geral@paroquia-antas.pt ou pjlbaptista@gmail.com nomeadamente para as seguintes situações:
processos de Casamentos, Batismos, pedidos de documentos, intenções de Eucaristia e outros. CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA NA PARÓQUIA SEM ASSEMBLEIA DOMINGO DE RAMOS
5 DE ABRIL – Eucaristia TRÍDUO PASCAL 9 DE ABRIL - QUINTA-FEIRA SANTA
19h00 – Missa na Ceia do Senhor  10 DE ABRIL - SEXTA-FEIRA SANTA
15h00 – Celebração da Paixão do Senhor
21h00 – Via Sacra (na Igreja) 11 DE ABRIL - SÁBADO SANTO
21h30 – Vigília Pascal 12 DE ABRIL - DOMINGO
Folha Dominical  29 de Mar;o de 2020 https://www.paroquia-antas.pt/
MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCO MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO
EM TEMPO DE EPIDEMIA
PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCO Adro da Basílica de São Pedro
Sexta-feira, 27 de março de 2022
Praça deserta de S. Pedro. Só, o Papa Francisco atravessa a Praça.
Rezou por todo o mundo. Leu a Palavra de Deus (Mc 4, 35-41). E deixou a seguinte reflexão:
«Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos.
Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus. Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro... E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).
Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles. Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele. De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados.
A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.
Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela (abençoada) pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti. Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho. Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação. Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores, das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas ruins. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida não morre jamais.
O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar. O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor. No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.
Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade. Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar. Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade. Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus. Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações! Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7). Seguiu-se um momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, dando a Bênção “Urbi et Orbi”
MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCOMOM
EM DIRECTO: Acompanhe esta sexta-feira, a partir das 17h00 a oração com o Papa e bênção «Urbi et Orbi»  👉Vatican Media Live https://youtu.be/OV13abPGjTI  #eurezoemcasa #rezemosjuntos
EM DIRECTO: Acompanhe esta sexta-feira, a partir das 17h00 a oração
Paróquia Santo António das Antas
À Comunidade Paroquial de Santo António das Antas,  Respondendo ao convite que o Papa Francisco e a Igreja que está em Portugal fizeram, convido a unirmo-nos nestes dois dias de Oração. Façamos todos um esforço de participação, cada um a seu modo e, se possível, através da comunicação social, nestes três momentos de Oração. Assim, estaremos todos em comunhão. E eu sentir-me-ei muito próximo de cada um de vós.
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Um abraço amigo,
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P. José Baptista
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Dias 25 e 27 de março
convite à oração com o Papa e a Igreja que está em Portugal
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1. O papa convidou os cristãos de todo o mundo, independentemente das suas Igrejas e Comunidades a que pertencem, a orarem a oração que Jesus ensinou, o Pai-nosso, amanhã, quarta-feira, 25 de março, ao meio-dia (11h00 em Portugal).
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2. Os bispos portugueses convocam todas as dioceses para uma oração do rosário, em nossas casas, “pelas intenções de todo o mundo e em particular de Portugal, nesta situação dramática que estamos a passar devido ao coronavírus Covid-19”. Essa oração vai decorrer amanhã, quarta-feira, dia 25, pelas 18h30, dia da solenidade da Anunciação.Esta oração do Rosário será transmitida por várias plataformas digitais de rádio e televisão, diretamente da Basílica de Nossa Senhora do Rosário do Santuário de Fátima, presidida pelo Cardeal António Marto. A seguir à oração do Rosário será feita a renovação da consagração de Portugal ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria.
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3. Para a próxima sexta-feira, 27 de março, (17h00 em Portugal) o Papa convida a participar numa oração a que presidirá, perante a Praça de S. Pedro, vazia, a transmitir para todo o mundo pelos meios de comunicação, na qual se meditará na Palavra de Deus, haverá um tempo de adoração ao Santíssimo Sacramento e a bênção "urbi et orbi" (à cidade e ao mundo), a que será incorporada a possibilidade de receber a indulgência plenária.
À Comunidade Paroquial de Santo António das Antas, Respondendo ao
Folha Dominical 22 de Mar;o de 2020
https://www.paroquia-antas.pt/  Caros Paroquianos,  Como não temos possibilidades de participar na Eucaristia dominical, venho propor uma oração a ser rezada em família.  Este é um tempo onde a família deve estar mais unida. Que esta oração contribua para uma maior comunhão na família e ainda como família caminhar nesta Quaresma para a celebração Pascal.  Reunidos numa sala ou à mesa, se possível com uma vela acesa e um crucifixo, podem seguir o seguinte esquema: 1. Benzer-se, 2. fazer silêncio, 3. fazer a leitura. Celebro diariamente a Eucaristia. Sem assembleia, como a Igreja pede. Porém, sinto sempre comigo a comunidade paroquial, nas suas alegrias, esperanças e angustias. Por isso, não me sinto só. A comunhão é real. Tenho também a certeza que diariamente, em família, rezais. Sobretudo ao Domingo. Naturalmente acompanhados pela rádio ou televisão. Penso que todos estais a fazer uma experiência de “igreja” doméstica. Um abraço amigo do vosso Pároco. P. José Baptista INFORMAÇÕES PARA A COMUNIDADE PAROQUIAL
(de 22 a 28 mar. 2020)   EUCARISTIAS DIÁRIAS – O Pároco celebrará em cada dia a Eucaristia sem a presença da assembleia. Nessa celebração assumirá, não só as intenções já marcadas, como as que venham a ser marcadas, pelo que podem continuar a proceder à marcação de intenções junto da secretaria paroquial, por telefone ou email.  HORÁRIO DA IGREJA – Com um horário mais restrito, a Igreja manter-se-á aberta, de segunda a sábado, das 10h00 às 12h00.   SECRETARIA PAROQUIAL – Estará aberta de segunda a sábado (exceto em dias feriados) das 10h30 às 12h00.  Atendimento Pastoral | Secretaria Paroquial
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Deve privilegiar-se o atendimento através do telefone: 225021006
e-mail : geral@paroquia-antas.pt ou pjlbaptista@gmail.com
nomeadamente para as seguintes situações: processos de Casamentos, Batismos, pedidos de documentos, intenções de Eucaristia e outros.
Folha Dominical  22 de Mar;o de 2020 https://www.paroquia-antas.pt/
COMUNICADO
Medidas de contenção e prevenção do contágio
por COVID-19 Tendo em conta as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS), a recente Declaração de Pandemia, por parte da Organização Mundial de Saúde (OMS) e em consonância com as recomendações das Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) e da Diocese do Porto, ouvida a Comissão Permanente do Conselho Paroquial de Pastoral da Igreja de Santo António das Antas, adotámos as seguintes medidas de contenção: 1. SUSPENDER todas as EUCARISTIAS – A começar neste fim-de-semana de 14 e 15 de março e por tempo indeterminado. Aconselhamos todos os paroquianos a assistirem à transmissão da Santa Missa Dominical (na RTP 1 às 10h30 ou na TVI às 11h00), com todo o respeito e atenção, manifestando e expressando assim plena comunhão com a Igreja que celebra o Memorial do Domingo neste Dia do Senhor. 2. EUCARISTIAS DIÁRIAS – O Pároco celebrará em cada dia a Eucaristia sem a presença da assembleia. Nessa celebração assumirá, não só as intenções já marcadas, como as que venham a ser marcadas. 3. SECRETARIA PAROQUIAL – Estará aberta de segunda a sábado (exceto em dias feriados) e será atendida uma pessoa de cada vez no horário das 10h30 às 12h00 e das 16h30 às 18h00. 4. HORÁRIO DE ABERTURA DA IGREJA – De segunda a sábado, para oração pessoal, a Igreja estará aberta das 10h00 às 12h00 e das 16h00 às 18h00. Procurem guardar entre si uma distância de, pelo menos, 1 metro nos bancos da Igreja. 5. CELEBRAÇÕES EXEQUIAIS (funerais) – Se possível, estas celebrações deverão contar apenas com a participação dos familiares mais próximos. Em qualquer circunstância, alerta-se aos participantes que devem seguir as recomendações da Direção-Geral de Saúde. O Pároco assumirá, numa celebração sem a participação da assembleia, as intenções de 7.º e 30º. dia. 6. CELEBRAÇÕES PENITENCIAIS (Confissões) – Todas as datas previstas para as Confissões quaresmais, nas Paróquias da Vigararia do Porto Nascente, estão canceladas. Serão propostas novas datas a anunciar após a Páscoa. Porém, tomadas as devidas precauções, jamais se negará a Confissão a quem a pedir. 7. CATEQUESE (Infância e Adolescência) – Relativamente à catequese, de todos os grupos e idades, comunicamos que estão suspensas todas as atividades até aviso em contrário. 8. GRUPOS PAROQUIAIS – Os grupos paroquiais devem evitar as reuniões presenciais, recorrendo ao contacto por meios eletrónicos. 9. VISITAS aos DOENTES e IDOSOS – Estão suspensas as visitas aos Lares e Hospitais, quer por parte do Pároco, quer por parte dos Ministros Extraordinários da Comunhão, exceto em situações extraordinárias. 10. SEMANA SANTA – O programa para o Tríduo Pascal e Domingo de Páscoa será divulgado oportunamente. Estão suspensas, este ano, a VIA SACRA (sexta-feira santa) e a VISITA PASCAL.  Estas medidas não cancelam a Quaresma. Pelo contrário, impelem-nos a “vivê-la de forma mais radical, cultivando a virtude da humildade, renovando a prática da fraternidade solidária, valorizando os laços afetivos familiares, fazendo da nossa casa uma Igreja doméstica, optando por um estilo de vida mais sóbrio e centrado no essencial”. Temos uma oportunidade única para voltar à leitura pessoal e à meditação da Palavra de Deus e a outras práticas de oração em família. Também aqui, todos renasce(re)mos, na Páscoa que se deseja nos traga a graça de um tempo novo Pe. José Lopes Baptista, Pároco
13 de março de 2020
COMUNICADOMedidas de contenção e prevenção do contágio por COVI
AJUDA EM TEMPO DE CONTENÇÃO E PREVENÇÃO A fim de se poder ajudar alguma pessoa com mais idade ou debilitada que precise de comprar bens alimentares ou de farmácia, e não tenha quem o faça por ela, perguntamos se há quem se queira voluntariar para esse efeito, evitando assim que essa pessoa, mais vulnerável, saia de casa nesta altura. Quem quiser se voluntariar, por favor, contacte a secretaria através do telefone 225021006 ou o email: geral@paroquia-antas.pt
AJUDA EM TEMPO DE CONTENÇÃO E PREVENÇÃOA fim de se poder ajudar

Próximos Eventos

  • V Domingo da Quaresma

  • DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR

  • MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR 

    Celebração sem presença de povo.

  • PAIXÃO DO SENHOR

    Celebração sem a presença de povo.

  • VIGÍLIA PASCAL na Noite Santa

    Celebração sem a presença de povo

  • PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

    Celebração às 11h30 sem a presença de povo

  • II Domingo da Páscoa - Divina Misericórdia

  • Ministros Extraordinários da Comunhão

  • S. Marcos, Evangelista

  • III Domingo da Páscoa

Contactos

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4200 - 483 PORTO
Telefone: 225021006
Fax: 225026179
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