Foi na Cruz que Jesus Cristo ofereceu ao Pai o Seu Sacrifício, em expiação dos pecados de todos os homens. Por isso, é justo que veneremos o sinal e o instrumento da nossa libertação. Objecto de desprezo, patíbulo de infâmia, até ao momento em que Jesus «obediente até à morte» nela foi suspenso, a Cruz tornou-se, desde então, motivo de glória, pólo de atracção para todos os homens. Ao celebrarmos esta festa, nós queremos proclamar que é da cruz, «sinal do amor universal de Deus, fonte de toda a graça» (N.A., 4) que deriva toda a vida de Igreja. Queremos também manifestar o nosso desejo de colaborar com Cristo na salvação dos homens, aceitando a Cruz, que a carne e o mundo fizeram pesar sobre nós (G.S. 38).
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Festa de São Mateus, Apóstolo e Evangelista, denominado Levi, que, chamado por Jesus para O seguir, deixou a sua função de publicano ou cobrador de impostos e, admitido entre os Apóstolos, escreveu um Evangelho, no qual se proclama especialmente que Jesus Cristo é filho de David, filho de Abraão, Aquele que levou à plenitude a promessa do Antigo Testamento.
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Encontro Diocesano, no Centro Social das Antas. Nopróximo domingo, dia 27 de setembro, a Igreja celebra o Dia Mundialdo Migrante e do Refugiado, este ano com o tema “Mesmo uma só destascrianças”, inspirado no Evangelho de São Mateus (Mt 18,10). Haverá um encontrodiocesano que decorrerá no Centro Social das Antas, pelas 15h00, e quepretende chamar a atenção para a situação das crianças e dos jovens quemigram sozinhos ou são forçados a abandonar a sua terra. O Papa alerta para aespecial vulnerabilidade dos menores perante as guerras, a pobreza e osdesastres ambientais, apelando à Igreja e à sociedade para que não permaneçamindiferentes perante o seu sofrimento. Este Dia Mundial recorda-nosque cada criança é única e que cada vida tem um valor imenso. Somos, porisso, convidados a renovar o compromisso de acolher, proteger e acompanharaqueles que mais precisam da nossa atenção e solidariedade.
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Entre «os puros espíritos que também são denominados Anjos» (Credo do Povo de Deus), sobressaem três, que têm sido especialmente honrados, através do séculos e a Liturgia une na mesma celebração. Além das funções próprias de todos os Anjos, eles aparecem-nos, na Escritura Sagrada, incumbidos de missão especial. S. Miguel (= «Quem como Deus»?) é o príncipe dos Anjos, identificado, por vezes, como o Anjo do turíbulo de ouro de que fala o Apocalipse. É o Anjo dos supremos combates. É o melhor guia do cristão, na hora da viagem para a eternidade. É o protector da Igreja de Deus (Apoc. 12-19). S. Gabriel (= «Deus é a minha força») é o mensageiro da Incarnação (Dan. 9, 21-22). É o enviado das grandes embaixadas divinas: anuncia a Zacarias o nascimento do Precursor e revela a Maria o mistério da divina Maternidade. Pio XII, em 12 de Janeiro de 1951, declarou este Arcanjo patrono das telecomunicações. S. Rafael (= «Medicina de Deus») manifesta-se na Bíblia como diligente e eficaz protector duma família, que se debate para não sucumbir às provações. É conselheiro, companheiro de viagem, defensor e médico. Honrando os Anjos, cuja existência nos é abundantemente testemunhada pela Sagrada Escritura, nós exaltamos o poder de Deus, Criador do mundo visível e invisível.
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Peregrinação a Santiago de Compostela, este ano pelo Caminho de Finisterra. Percurso 1º dia - Parte 1 (autocarro) - Porto - Santiago Parte 2 - Santiago - Negreira - 21 km 2º dia - Negreira - Olveiroa - 34 km 3º dia - Olveiroa - Muxia - 32 km 4º dia - Muxia - Finisterra - 30 km 5º dia (autocarro) - Finisterra - Santiago - Porto
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