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Eucaristia Solene de Santo António
13-06-2021
Fotos da publicação de Paróquia Santo António das Antas
Eucaristia Solene de Santo António
13-06-2021
Bom dia,
segue abaixo o link para a transmissão online via youtube da Eucaristia Dominical.A Eucaristia inicia às 11h00.
https://youtu.be/1HZDnaAT40U Pode também aceder à transmissão através da nossa página Web usando o botão "Transmissão Eucaristia".
Folha Dominical 13 de Junho de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  ****************************
PÃO DE SANTO ANTÓNIO
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No dia 13 de junho (início das Eucaristias) - Recolha do Pão de Santo António.
Como habitualmente, contamos com a colaboração de todos para a ajuda às famílias carenciadas da nossa Paróquia.  «A menor de todas as sementes torna-se a maior
de todas as plantas da horta»  DOMINGO XI DO TEMPO COMUM  *****************************
EVANGELHO (Mc 4, 26-34)
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Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita». Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos.  *************************************
NOS PASSOS DE SANTO ANTÓNIO
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No dia 18 de junho, às 21h30, na Igreja, haverá uma conferência e documentário com o escritor Gonçalo Cadilhe, autor do livro de “Nos passos de Santo António”.
«Nos Passos de Santo António é um documentário que resulta da adaptação do livro homónimo de Gonçalo Cadilhe, publicado em finais de 2016, que cruza viagens, história da Europa, depoimentos académicos e teológicos, e uma forma leve e agradável de divulgar as raízes da nossa identidade cultural e das do Padroeiro popular de Lisboa.
A vida de Santo António permite uma grande história, uma grande viagem e um grande documentário de viagens, não apenas nos lugares físicos por onde passou, mas também pelo tempo em que viveu.» (RTP) ***************************************************************
Andarilho da fé, Santo António hoje vive em cada imigrante
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Quando olhamos para a biografia de Santo Antônio de Pádua, cujos 790 anos de morte celebramos neste dia 13, é impossível não atentar para o fato de que ele foi um andarilho da fé, um evangelizador que não tinha receio de ir ao encontro do povo. Ou melhor: dos povos, pois sua pregação parecia desconhecer barreiras de língua e conseguia abarcar diferentes espectros culturais.
Era um mundo de distâncias muito maiores, aquele dos anos 1200. As fronteiras não tinham definições claras, países como a Itália não existiam em suas configurações atuais - eram um amontoado de feudos, burgos, pequenos Estados independentes, reinos esparsos - e, claro, tanto os meios de transporte quanto as malhas viárias estavam em patamares bastante precários. Durante dois anos, refiz boa parte dos passos antonianos. Estava eu empenhado em procurar evidências biográficas desse sacerdote franciscano nascido em Portugal que encantava multidões na Europa do século 13 e acabou se tornando o santo de predileção dos brasileiros. O resultado de minha peregrinação está no livro ‘Santo António: A história do intelectual português que se chamava Fernando, quase morreu na África, pregou por toda a Itália, ganhou fama de casamenteiro e se tornou o santo mais querido do Brasil’, recém-lançado pela editora Planeta.
Gostaria de atentar para as andanças de António porque vejo em sua história também a representação de uma das imagens do mundo contemporâneo: conforme dados de 2019, pouco antes da pandemia de covid-19, 272 milhões de pessoas do planeta são imigrantes, ou seja, vivem fora do país onde nasceram.
Uma parcela significativa deste grupo, é claro, tornou-se estrangeiro por opção e é formada por pessoas que acreditam estar experimentando um padrão de vida mais interessante do que o oferecido por suas nações originais. A maior parte, contudo, é feita daqueles que emigraram forçados por uma crise: enfrentando adversidades, muitas vezes atravessando viagens precárias, não poucas vezes chegando ao novo país sem nenhum preparo e sem nada além da roupa do corpo.
É uma tragédia humanitária. A despeito de todo o sofrimento já inerente à situação, esses são os imigrantes mais sujeitos a xenofobias, perseguições políticas, religiosas e ideológicas, subempregos e toda a sorte de dificuldades de adaptação.
Desde que assumiu o pontificado, Papa Francisco, ciente do contexto socioeconômico global, tem dedicado gestos e palavras a essa questão. Não foi à toa que sua primeira viagem oficial, em julho de 2013, foi à ilha de Lampedusa, no sul da Itália — local de dramáticas, e frequentemente trágicas, cenas de imigrantes ilegais que se aventuram a cruzar o Mediterrâneo para adentrar o continente europeu.
Em mensagem divulgada recentemente, Francisco registrou, “a todos os homens e mulheres da Terra”, seu “apelo a caminharem juntos rumo a um nós cada vez maior, a recomporem a família humana, a fim de construirmos em conjunto o nosso futuro de justiça e paz, tendo o cuidado de ninguém ficar excluído”.
O papa lembrou que o futuro das sociedades precisa ser “a cores”: “enriquecido pela diversidade e as relações interculturais”. “Por isso, hoje, devemos aprender a viver, juntos, em harmonia e paz”, disse.  Francisco ecoa Pentecostes, quando as pessoas de Jerusalém — não importava quais as etnias, quais as origens, pois Jerusalém já era naquela época um caldo sociocultural —, todas conseguiam entender “as maravilhas de Deus”, segundo narração dos Atos dos Apóstolos.
Francisco pede esse “ideal da nova Jerusalém”, um tempo-espaço “onde todos os povos se encontram unidos, em paz e concórdia, celebrando a bondade de Deus e as maravilhas da criação”. Mas sabe que, sobretudo em tempos bicudos, quando as muralhas do preconceito são alimentadas com tijolos do reacionarismo, das ideologias cegas, da desinformação sistemática e da polarização exacerbada, não é nada simples alcançar esse ideal. “[…] devemos todos empenhar-nos por derrubar os muros que nos separam e construir pontes que favoreçam a cultura do encontro, cientes da profunda interconexão que existe entre nós”, clama o pontífice. “Nesta perspectiva, as migrações contemporâneas oferecem-nos a oportunidade de superar os nossos medos para nos deixarmos enriquecer pela diversidade do dom de cada um. Então, se quisermos, poderemos transformar as fronteiras em lugares privilegiados de encontro, onde possa florescer o milagre de um nós cada vez maior.” Oitocentos anos atrás, mesmo com as dificuldades de um mundo desconectado, o frade franciscano António foi isso. Pregador itinerante, ele se fez estrangeiro o tempo todo. E sempre soube, ao mesmo tempo, olhar com ternura para o estrangeiro, porque via no diferente a beleza da criação, a grandeza de Deus. Rapidamente dominava os dialetos e as línguas que se lhe apresentavam, com uma erudição que não se permitia petulante; ao contrário, era leve e carismática. Imagino que ele fosse um homem de sorriso franco e sincero, que transpirasse bom-humor — similar ao jeitão característico de papa Francisco.
Considerando apenas os registros que podem ser comprovados de alguma forma, contabilizei 37 localidades por onde esteve Santo António em seus cerca de 40 anos de vida. Tendo como parâmetro a configuração geográfica contemporânea, ele andou por países como seu Portugal natal, Marrocos, França e, sobretudo, Itália. Mas não me espantaria em saber que tivesse avançado por terras onde hoje fica a Suíça, a Alemanha, a Áustria ou mesmo a Eslovénia de onde escrevo estas linhas.
Fato é que em vários cantos desse longínquo mundo de oito séculos atrás, António foi forasteiro, estrangeiro, imigrante. Diferente. E se ele, sempre avesso a armas ou qualquer tipo de guerra, nem sempre foi bem-recebido, é de se admirar os esforços que empregou em se comunicar — tanto é que sua mensagem proliferou e resistiu ao crivo do tempo.
Por que tudo isso? Para mim, a resposta está não na santidade, mas na humanidade. António queria ver o outro, porque o outro sempre encantou as pessoas com alma aberta. A santidade foi consequência dessa postura, em seu caso.
E a lição mais proeminente dessa biografia tão singular, uma espécie de puxão de orelhas que fica para nós, seres humanos do século 21 é a importância de olhar, não com desdém, mas com respeito, acolhimento e — por que não? — admiração para o outro, o diferente de nós. É a cultura do encontro, intensamente pedida pelo papa Francisco.
Os xenófobos de plantão podem não gostar disso, principalmente quando pretendem se considerar católicos. Mas Santo António hoje está no rosto de cada um dos quase 300 milhões de imigrantes espalhados pelo planeta.   * Jornalista e escritor brasileiro, Edison Veiga
Fotos da publicação de Paróquia Santo António das Antas
RECOLHA DO PÃO DE SANTO ANTÓNIO - GÉNEROS ALIMENTARES EM 13-JUN À ENTRADA DA IGREJA A história do «pão de SANTO ANTÓNIO» pode remontar aos tempos medievais,época em que o monge/santo ainda era vivo e se preocupava com os mais desafortunados,foi-se replicando e aumentando pelos séculos que se lhe seguiram.
Assim reza a história... O monge ANTÓNIO distribuiu todos os pães que existiam no convento pelos pobres que aí tinham acorrido em busca de auxílio.
À hora do almoço foi confrontado pelo frade da cozinha,aflito,porque não encontrou nenhum pão para colocar na mesa.
O santo pediu-lhe para procurar novamente.
Quando regressou vinha surpreso,porque encontrou cestos a transbordar de pão que permitiu alimentar monges e necessitados...
RECOLHA DO PÃO DE SANTO ANTÓNIO - GÉNEROS ALIMENTARES EM 13-JUN À
Bom dia,
segue abaixo o link para a transmissão online via youtube da Eucaristia Dominical.
A Eucaristia inicia às 11h00. https://youtu.be/2-U8HETt0zU Pode também aceder à transmissão através da nossa página Web usando o botão "Transmissão Eucaristia". https://www.paroquia-antas.pt/
Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 06 de Junho de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Satanás está perdido»
DOMINGO X DO TEMPO COMUM *****************************
EVANGELHO (Mc 3, 20-35)
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Naquele tempo, Jesus chegou a casa com os seus discípulos. E de novo acorreu tanta gente, que eles nem sequer podiam comer. Ao saberem disto, os parentes de Jesus puseram-se a caminho para O deter, pois diziam: «Está fora de Si». Os escribas que tinham descido de Jerusalém diziam: «Está possesso de Belzebu», e ainda: «É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios». Mas Jesus chamou-os e começou a falar-lhes em parábolas: «Como pode Satanás expulsar Satanás? Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode aguentar-se. E se uma casa estiver dividida contra si mesma, essa casa não pode durar. Portanto, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não pode subsistir: está perdido. Ninguém pode entrar em casa de um homem forte e roubar-lhe os bens, sem primeiro o amarrar: só então poderá saquear a casa. Em verdade vos digo: Tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e blasfémias que tiverem proferido; mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: será réu de pecado para sempre». Referia-Se aos que diziam: «Está possesso dum espírito impuro».
Entretanto, chegaram sua Mãe e seus irmãos, que, ficando fora, O mandaram chamar. A multidão estava sentada em volta d’Ele, quando Lhe disseram: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura». Mas Jesus respondeu-lhes: «Quem é minha Mãe e meus irmãos?». E, olhando para aqueles que estavam à sua volta, disse: «Eis minha Mãe e meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe».  ********************************************************************
PROGRAMA DE ACTIVIDADES EM HONRA DE SANTO ANTÓNIO
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Quadras de Santo António - Em altura de festa de Santos Populares, convidamos todos a fazer quadras a Santo António. Poderão ser entregues, o mais tardar até 13 de junho, na secretaria paroquial ou publicadas na nossa página do Facebook ou ainda enviadas em anexo de e-mail para o endereço folhadom@gmail.com. As quadras também poderão ser vistas na página de entrada do site da Paróquia, em http://www.paroquia-antas.pt 13 de junho, às 11h00 - Eucaristia Solene em honra de Santo António com a presença de D. Manuel Linda, Bispo do Porto. 13 de junho (início das Eucaristias) - Recolha do Pão de Santo António. Como habitualmente, contamos com a colaboração de todos para a ajuda às famílias carenciadas da nossa Paróquia.  18 de junho, às 21h30 - Conferência e documentário com o escritor Gonçalo Cadilhe, autor do livro de “Nos passos de Santo António”.
«Nos Passos de Santo António é um documentário que resulta da adaptação do livro homónimo de Gonçalo Cadilhe, publicado em finais de 2016, que cruza viagens, história da Europa, depoimentos académicos e teológicos, e uma forma leve e agradável de divulgar as raízes da nossa identidade cultural e das do Padroeiro popular de Lisboa.
A vida de Santo António permite uma grande história, uma grande viagem e um grande documentário de viagens, não apenas nos lugares físicos por onde passou, mas também pelo tempo em que viveu.»
(RTP) *********************************************************
JUBILEUS MATRIMONIAIS - 17 DE OUTUBRO DE 2021
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20º DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA – “Todos Família, Todos Irmãos”
Este ano, e apesar dos constrangimentos que temos de cumprir, será celebrado o DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA.
Na impossibilidade duma celebração única, cada Vigararia organizará a celebração onde os casais receberão uma bênção personalizada do Senhor Bispo.
Assim, os casais que este ano celebram 10, 25, 50 e 60 anos de vida matrimonial (e apenas estes!) e desejem participar nos Jubileus Matrimoniais, devem fazer as suas inscrições, impreterivelmente, até ao dia 27 de setembro, na secretaria paroquial ou através do email: geral@paroquia-antas.pt ***********************************************************************
ALTERAÇÃO DE HORÁRIO DA EUCARISTIA DOMINICAL DAS 09H45
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A partir do dia 6 de junho (Domingo), a Eucaristia das 09h45 iniciará às 09h30 e assim se manterá ao longo dos domingos até fins de setembro.
Fotos da publicação de Paróquia Santo António das Antas
Bom dia, segue abaixo o link para a transmissão online via youtube da Eucaristia do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo.
A Eucaristia inicia às 11h00. https://youtu.be/I5pPHJX8OLM Pode também aceder à transmissão através da nossa página Web usando o botão "Transmissão Eucaristia". https://www.paroquia-antas.pt/
Paróquia Santo António das Antas
A família da atualidade - um só conceito para muitas realidades
O link ZOOM que dará acesso à sessão: https://zoom.us/j/98...S1JBUHByT2V3QT09  Esta Sexta feira dia 4 de Junho de 2021, pelas 21.30h, terá lugar uma palestra, VIA ZOOM, subordinada ao tema “A família da atualidade, um só conceito para muitas realidades”.  Este encontro está a cargo do Sr. Padre Jorge Cunha, Professor de Ética e Moral na UCP.  Convidamos-vos a aderir a esta conversa e a interagir com a comunidade num tema que, certamente, aproximará gerações, dado que a família é importante para a pessoa para a sociedade e é no âmbito da família que o homem recebe as primeiras noções do bem e da verdade, aprende a amar e a ser amado e o significado de ser pessoa.
A família da atualidade - um só conceito para muitas realidades O l
QUADRAS A SANTO ANTÓNIO
Em altura de festa de Santos Populares, convidamos todos a fazer quadras a Santo António. Poderão ser entregues, o mais tardar até 13 de junho, na secretaria paroquial ou publicadas na nossa página do Facebook (em comentário a este post) ou ainda enviadas em anexo de e-mail para o endereço folhadom@gmail.com. As quadras também poderão ser vistas na página de entrada do site da Paróquia, em http://www.paroquia-antas.pt
Paróquia Santo António das Antas

Próximos Eventos

  • Santo António, Padroeiro da Paróquia

    11 horas : Eucaristia Solene em honra de Santo António, presidida por D. Manuel Linda, Bispo do Porto

  • 1967 - Dedicação da Igreja Paroquial e Sagração do Altar-Mor

    "No dia 13 de junho de 1967, a Igreja de Santo António das Antas viveu, como então nos dizia o Senhor Abade, “a maior festa que na nossa Paróquia se poderá realizar”: a Dedicação da Igreja Paroquial e a Sagração do Altar-Mor, ou seja, a Consagração do Templo de Deus. Frisava o Senhor Abade “a necessidade de toda a Paróquia se aperceber da grandeza dessa festa, de se preparar para a bem celebrar, de se mentalizar a fim de a viver em profundidade, de conhecer o sentido dos ritos da cerimónia para poder associar-se ao Pontífice e ao clero. É a entrega oficial da Igreja a Deus, Senhor de todo o nosso ser. E continuava advertindo os seus paroquianos: “devem tomar consciência que somos Templos de Deus, mas templos vivos. A Igreja das almas é muito mais nobre que a Igreja de pedras.” O cerimonial, liturgicamente muito rico, foi presidido pelo Administrador Apostólico da Diocese, D. Florentino de Andrade e Silva, sendo a Missa concelebrada por 15 sacerdotes e acompanhada pela grande orquestra e coro do Professor César de Morais. Desta celebração destaca-se: - A Purificação e Dedicação da Igreja, com a tomada de posse pelo prelado da Diocese; - A Transladação processional e Deposição no sepulcro do Altar-Mor das Relíquias dos Santos Mártires Clemente e Timóteo, encerradas em cofre de prata, juntamente com três grãos de incenso e um pergaminho assinado pelo Senhor Bispo; - A Sagração da Igreja e do Altar-Mor, a mesa da refeição eucarística; - A Missa da Dedicação, coroa de toda a cerimónia. Acresce ainda que a presença de 15 sacerdotes a concelebrar, após a recente autorização da concelebração eucarística (decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 2 de março de 1965), causou impacto impressionantíssimo em todos os participantes." João Botelho

  • 1948 - Benção da 1ª Pedra da Igreja Paroquial

    "A primeira pedra da atual Igreja foi benzida, por D. Agostinho de Jesus e Sousa, no dia 13 de junho de 1948, iniciando-se de imediato a sua construção"

  • Pão de Santo António

    Recolha do Pão de Santo António. Como habitualmente, contamos com a colaboração de todos para a ajuda às famílias carenciadas da nossa Paróquia.

  • 1938 - criação da Paróquia

    "A Paróquia de Santo António das Antas foi criada, por decreto episcopal de D. António Augusto de Castro Meireles, no dia 13 de junho de 1938, com sede na cripta de uma igreja que não pôde ser concluída, no local onde hoje se encontra o Centro Social." João Botelho

  • Lausperene

  • “Nos passos de Santo António”

    Conferência e documentário com o escritor Gonçalo Cadilhe, autor do livro de “Nos passos de Santo António”.   «Nos Passos de Santo António é um documentário que resulta da adaptação do livro homónimo de Gonçalo Cadilhe, publicado em finais de 2016, que cruza viagens, história da Europa, depoimentos académicos e teológicos, e uma forma leve e agradável de divulgar as raízes da nossa identidade cultural e das do Padroeiro popular de Lisboa. A vida de Santo António permite uma grande história, uma grande viagem e um grande documentário de viagens, não apenas nos lugares físicos por onde passou, mas também pelo tempo em que viveu.» (RTP)

  • XII Domingo do Tempo Comum

  • NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA

    Solenidade do Nascimento de São João Baptista, o Precursor do Senhor, que já no seio materno, por virtude do Espírito Santo, exultou de alegria com a vinda da salvação humana, profetizando com o próprio nascimento o Senhor Jesus Cristo. De tal modo se manifestou nele a graça divina que o próprio Senhor disse a seu respeito: «Entre os filhos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Baptista».

  • XIII Domingo do Tempo Comum

Contactos

Igreja das Antas
Rua Santo António das Antas, 15
4200 - 483 PORTO
Telefone: 225021006
Email: geral@paroquia-antas.pt