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Folha Dominical 09 de Maio de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a vida pelos amigos» AVISOS PARA ESTA SEMANA Dia 11, às 21h30 - Reunião (online) do Grupo de Leitores.
Dia 12, às 21h30 - Reunião dos Corpos Dirigentes do Centro Social das Antas
Dia 13, às 17h45 - Lausperene, na Igreja  *************************
Domingo VI da Páscoa
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EVANGELHO (Jo 15, 9-17)
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Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».  ************
REFLEXÃO
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Diz Jesus: «Assim como o Pai me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor.» Há aqui um fluir, um grande rio de amor que desce do Céu, do Pai para o Filho, do Filho para nós, como seiva na vide, como sangue nas veias.
O Evangelho dá-nos uma certeza: o amor não é criado por cada um de nós. Não é um sentimento. O amor é uma realidade. O amor existe. Assim permaneçamos e não nos afastemos do amor. O amor é real como um lugar, como uma casa. Pode-se viver lá dentro. Ou antes, já lá estamos dentro.
Sim, tudo começa numa realidade. Qual? Deus ama-te com um amor único e irrepetível. Que eu seja amado depende d’Ele, não depende de mim. Ele disse-nos «sim», antes que nós lhe disséssemos «sim». Cada um de nós pode decidir se deve ou não permanecer dentro desse amor. É uma livre escolha.
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No cristianismo não há “contraposição entre contemplação e acção”
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A dimensão contemplativa do ser humano – que não é ainda a oração contemplativa – é um pouco como o “sal” da vida: dá sabor, dá gosto aos nossos dias. Pode contemplar-se vendo o sol que nasce pela manhã, ou as árvores que se revestem de verde na primavera; pode contemplar-se escutando uma música ou o canto dos pássaros, lendo um livro, diante de uma obra de arte ou para aquela obra-prima que é o rosto humano. Carlo Maria Martini, enviado como bispo a Milão, intitulou a sua primeira carta pastoral “A dimensão contemplativa da vida”: com efeito, quem vive numa grande cidade, onde tudo – podemos dizer – é artificial, onde tudo é funcional, arrisca perder a capacidade de contemplar. Contemplar não é antes de tudo uma maneira de fazer, mas é um modo de ser: ser contemplativo.
Ser-se contemplativo não depende dos olhos, mas do coração. E aqui entra em jogo a oração como ato de fé e de amor, como “respiração” da nossa relação com Deus. A oração purifica o coração e, com isso, aclara também o olhar, permitindo colher a realidade de outro ponto de vista. O Catecismo descreve esta transformação do coração da parte da oração citando um famoso testemunho do Santo Cura d’Ars: «A contemplação é o olhar da fé, fixado em Jesus. “Eu olho para Ele e Ele olha para mim” – como dizia, no tempo do seu santo Cura, um camponês d'Ars em oração diante do sacrário. (…) A luz do olhar de Jesus ilumina os olhos do nosso coração; ensina-nos a ver tudo à luz da sua verdade e da sua compaixão para com todos os homens» (n. 2715). Tudo nasce daí: de um coração que se sente olhado com amor. Então a realidade é contemplada com olhos diferentes.
“Eu olho para Ele e Ele olha para mim!” É assim: na contemplação amorosa, típica da oração mais íntima, não servem muitas palavras: basta um olhar, basta estar-se convicto de que a nossa vida é rodeada por um amor grande e fiel de que nada nos poderá nunca separar.
Jesus foi mestre deste olhar. Na sua vida nunca faltaram os tempos, os espaços, os silêncios, a comunhão amorosa que permite à existência não ser devastada pelas inevitáveis provações, mas de guardar intacta a beleza. O seu segredo era a relação com o Pai celeste…
Alguns mestres de espiritualidade do passado entenderam a contemplação como oposta à ação, e exaltaram aquelas vocações que fogem do mundo e dos seus problemas para se dedicarem inteiramente à oração. Na realidade, em Jesus Cristo, na sua pessoa e no Evangelho, não há contraposição entre contemplação e ação, não. No Evangelho, em Jesus, não há contradição. Esta veio talvez do influxo de algum filósofo neoplatónico, mas trata-se seguramente de um dualismo que não pertence à mensagem cristã.
Há um único grande chamamento no Evangelho, e é o de seguir Jesus no caminho do amor. Este é o ápice, é o centro de tudo. Neste sentido, caridade e contemplação são sinónimos, dizem a mesma coisa. S. João da Cruz sustentava que um pequeno ato de puro amor é mais útil à Igreja do que todas as outras obras colocadas em conjunto. O que nasce da oração e não da presunção do nosso eu, o que é purificado pela humildade, ainda que seja um ato de amor afastado e silencioso, é o maior milagre que um cristão pode realizar. E este é o caminho da oração de contemplação: eu olho-o, Ele olha-me! Este ato de amor no diálogo silencioso com Jesus faz muito bem à Igreja. Papa Francisco
Bom dia,
segue abaixo o link para a transmissão online via youtube da Eucaristia Dominical.
A Eucaristia inicia às 11h00.
https://www.youtube....ch?v=E5M1fYT_h5k Pode também aceder à transmissão através da nossa página Web usando o botão "Transmissão Eucaristia".
https://www.paroquia-antas.pt/
Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 02 de Maio de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Quem permanece em Mim e Eu nele dá muito fruto» Domingo V da Páscoa AVISOS PARA ESTA SEMANA Dia 7, às 10h30 - Exposição do Santíssimo Sacramento, na igreja.  ***************************
EVANGELHO (Jo 15, 1-8)
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Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos».  *********************************
SÃO JOSÉ PAI TRABALHADOR
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“Um aspeto que carateriza São José é a sua relação com o trabalho. São José era um carpinteiro que trabalhou honestamente para garantir o sustento da sua família. Com ele, Jesus aprendeu o valor, a dignidade e a alegria do que significa comer o pão fruto do próprio trabalho (…).
A crise do nosso tempo, que é económica, social, cultural e espiritual, pode constituir para todos um apelo a redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho para dar origem a uma nova «normalidade», em que ninguém seja excluído. A perda de trabalho que afeta tantos irmãos e irmãs e tem aumentado nos últimos meses devido à pandemia de Covid-19, deve ser um apelo a revermos as nossas prioridades.”  (Patris Corde) ********************
A arte de ser mãe
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As mães sabem que não basta dar filhos ao mundo, mas é preciso também dar um mundo aos filhos. Um mundo cheio de valores, de esperança e sonhos.
As mães sabem que ser mãe não é ter, é ser. Ser-se quem se é nos filhos e pelos filhos. As mães são aquelas que amam antes de serem amadas. São aquelas que respondem antes de serem chamadas. São aquelas que beijam antes de serem beijadas. São aquelas que correm para o abraço esquecendo o cansaço. Como ninguém, as mães são capazes de se doar, de perdoar, de compreender, de aceitar e não julgar.
Nenhuma mãe tem em si todas as qualidades humanas e, menos ainda, vive sem erros, mas, apesar de tudo, abraça os filhos tal como são, por poucas qualidades que tenham, por maiores que sejam os seus erros. Uma mãe perdoa sempre. Ainda que de coração sacrificado, prefere pensar que a culpa é sua e não de quem, por vezes, assim a crucifica.
A mãe ensina os filhos a serem mais fortes que os medos, não tanto através de discursos inspirados, mas pela grandeza e humildade do seu exemplo. É capaz de lhes oferecer o mar com um só sorriso e a vida inteira com uma só lágrima, que não será mais que uma gota do imenso mar do seu amor.
Neste tempo de incerteza, confiamos as mães a Maria, que é a mãe de todas as mães. Recordamos as mães que deram à luz durante a pandemia, mães que perderam o emprego ou rendimentos, mães que perderam filhos e estão de luto, mães que lutaram e lutam pela saúde da sua família, mães cuidadoras de idosos e de pessoas com deficiência.
Maria é mãe da esperança, ela que viveu com esta palavra de Simeão: “Uma espada de dor trespassará a tua alma” (Lc 2, 35). Essa alma, por ser toda amor, era infinitamente vulnerável. Quando Maria, durante três dias, andou à procura do seu Filho adolescente, tendo Ele ficado em Jerusalém, quando o seguiu durante a sua vida pública, vendo-o confrontar-se com as incompreensões ou hostilidade de muitos, e – sobretudo – quando o acompanhou no caminho do Calvário, sofreu mais do que qualquer outra mãe. Contudo, no próprio âmago do seu sofrimento, ela guardou uma confiança inquebrantável. Para lá do seu sofrimento, ela tinha a certeza de que era amada por Deus, mantendo a confiança nele. Maria, que conhece e compreende melhor do que ninguém, os sofrimentos das mães, ensina a viver em paz.
Que as mães não esqueçam que os seus filhos também são filhos de Maria. Com elas, Maria partilha a sua responsabilidade materna, carrega os sofrimentos e as dificuldades dos seus filhos. Com as mães – e ainda mais do que elas – ela deseja a sua felicidade.
Ser mãe é ser feliz somente por ser mãe. Ser mãe é ser amor e amor que ninguém esquece, mas que sempre se agradece.
Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes para manifestarmos todo o amor e gratidão para com as nossas mães!  Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família
A semana do Papa Francisco. 29 de abril de 2021
https://www.facebook...=465914138038181
Terço Mês de Maio  Na Igreja
Seg a Sex 18h30
Sáb e Dom 18h00 Nas Capelas
Seg a Sex 21h00 (Belém)
Sáb 16h30 Antes da Eucaristia
Terço Mês de Maio Na Igreja   Seg a Sex    18h30   Sáb e Dom  1
Bom dia, segue abaixo o link para a transmissão online via youtube da Eucaristia Dominical.
A Eucaristia inicia às 11h00. https://www.youtube....ch?v=GJwVirVxKeg
Folha Dominical 25 de Abril de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas»  Domingo IV da Páscoa *****************************
EVANGELHO (Jo 10, 11-18)
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Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai».  *********************************
Dia das Vocações. Dia do Bom Pastor *********************************
Todos nós em Cristo somos pastores, embora de um rebanho mínimo: a nossa família, os amigos, aqueles que confiam em nós. Somente para repetirmos a cada um, como fez Jesus, tu és importante: no teu encontro de um dia ou de uma vida inteira, tu és importante para mim. Mas dizê-lo com factos: dar a vida significa concretamente, para nós, antes de mais, dar o nosso tempo, que é o bem mais precioso. Já no Principezinho, de Saint-Exupéry, se pode ler: «A rosa é importante, porque gastas tempo com ela.» Dar tempo, atenção, olhos nos olhos, escuta atenta, não distraída, isso é dizer a uma pessoa: tu és importante para mim. ****************************************
Vocações: ‘sonhar os sonhos de Deus’
**************************************** Em Portugal, a Igreja Católica está a celebrar a Semana de Oração pelas Vocações, com o tema ‘sonhar os sonhos de Deus’. Na Igreja, a Vida Consagrada é constituída por homens e mulheres que se comprometeram, pública e oficialmente, a viver (individualmente ou em comunidade) os votos de pobreza, castidade e obediência para toda a vida; hoje inclui leigos, sacerdotes, religiosas e religiosos. Angélica Galvão, leiga consagrada do Instituto das Cooperadoras da Família há oito anos, afirma que a sua vocação é importante para o mundo porque “muitos não terão outro evangelho” a não ser o da sua “própria vida”. E acrescenta que a vocação é “um caminho de amor”, e adianta que a sua vocação é estar no meio do mundo. “Com o coração de Deus, ao serviço da santificação da realidade temporal orientando-a segundo o espírito de Deus”, acrescentou. “Temos oportunidade de ser sal e luz, partilhar a boa notícia com quem mais necessita e ser testemunhas de que uma vida fraterna e horizontal, aberta, é possível”, assinala, por sua vez, José Rui Pires, leigo consagrado da Congregação dos Irmãos Maristas há 10 anos. “Estar desperto e atento aos outros” explica assim a sua vocação, para além de relacionar-se “com humildade, transparência, respeito, cuidado, audácia” e viver a fraternidade “como dom” que recebe, partilha e dom que entrega. André e Raquel, casados há quatro anos, afirmam que a vocação matrimonial é importante para a Igreja e para o mundo porque são “chamados a criar uma família”: “A nossa vocação é também sermos chamados a seguir o exemplo desta família durante a nossa vida matrimonial”. E acrescentam: “E isso é importante, somos o pilar na vida um do outro e apoiamo-nos nas dificuldades e nas alegrias que aparecem no dia-a-dia”. O padre Hugo Ventura, dos Missionários do Espírito Santo (Espiritanos), afirma que a sua vocação missionária tem “grande importância para a Igreja e para o mundo”, tornando a Igreja “muito atenta às periferias, aos que estão nas margens”, e a Igreja universal se “sente construtora do reino de Deus, de justiça, de paz e amor”. *******************************
AVISOS PARA ESTA SEMANA
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Dia 27, às 15h00 - Reunião do Grupo do Apostolado de Oração, na igreja Dia 1 de Maio, às 18h00 - Início do mês de Maria.
Folha Dominical  25 de Abril de 2021    https://www.paroquia-antas.pt
Igreja: Semana das Vocações quer despertar comunidades católicas para tema «esquecido ou secundarizado» - Agência ECCLESIA
Bom dia,
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